Mensagem 85

12 de julho de 2020

Texto base:  Colossenses 4:15-16

Textos das Escrituras citados durante a mensagem:

 

I – NUNCA FOI INTENÇÃO DO SENHOR O LEVANTAMENTO DE TEMPLOS PARA ADORAÇÃO AO SEU NOME.

- Comecemos pelo que é dito na Escritura, quando Jesus dialoga com a mulher samaritana, sobre o local de adoração: “Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.” (João 4:20-21)

– Passemos agora a um acontecimento também em Samaria, antes de Jesus transmitir as linhas mestras da Sua doutrina, conforme consta no Evangelho de Mateus caps. 5,6,7: “Assim iniciamos a nossa marcha para o monte Gerizim. Chegando lá, depois de uma hora, o sumo-pontífice Me pergunta se deveria ir lá acima e abrir a velha casa de Deus. Eu lhe aponto a zona toda e a multidão que nos segue e digo: Amigo, vê! Esta é a igreja mais velha e mais condigna de Deus. Mas está um pouco abandonada, tanto que irei erigi-la novamente, como fiz com a casa de Irael. Vamos ficar ao pé da montanha, onde se encontram várias mesas e bancos, que serão de grande utilidade para os escrivães.

(GEJ – I – 39:14-15) 

 

II – O SENHOR DÁ LIBERDADE AOS SEUS FILHOS, MAS ACONSELHA O QUE MAIS LHE AGRADA:

 -- Eis o que o Senhor deixou como ensino sobre a construção de casas especiais para adoração a Deus/ou templos: “Para quê uma construção à parte, se todos têm a sua moradia onde poderiam reunir-se em Meu Nome, para orientação na Minha Doutrina e especialmente para relatar as experiências feitas na aplicação da Minha Vontade? (…) Deus não considera dias especiais e muito menos uma edificação construída em Sua Honra, mas apenas o coração e a vontade da criatura (…) Futuramente, os homens construirão certas casas nas quais, como os fariseus no Templo de Jerusalém e os sacerdotes pagãos nos templos de ídolos (…) Quando isto se tornar coisa corriqueira entre os homens, as provas da Minha Presença Viva se extinguirão. (…) Podeis no entanto edificar construções para pobres e enfermos com tudo que seja necessário ao seu tratamento, podendo estar certos de Meu agrado!” (GEJ – IX – 44:2-5)

-- No entanto se houver desejo sincero de edificar uma Casa de Oração, o Senhor não se opõe: “Justifica-se igualmente a comunidade edificar uma casa para reuniões em Meu Nome (…) Por isso, futuramente, tudo será livre para os Meus verdadeiros seguidores e nada poderá classificar um dia especial, senão as acções surgidas do amor verdadeiro e vivo para com Deus e o próximo.” (GEJ – VIII – 90)

 

 

Revelação em forma de parábola:

Cinco criaturas se encontram na margem e observam o mar. Era inatingível o seu fim, era grande a sua extensão e riqueza. Essas criaturas eram crianças que na sua inocência e fé, tudo aceitavam.

Um teve a ideia de construir um barco. Juntaram-se mais dois e começaram. Era um bote pequeno mas bonito, ligeiro e espaçoso. Os outros olhavam e acreditavam na obra. Um era mais velho, outro era bebé.

O barco nasceu e eles colocaram lá formiguinhas. Elas não conheciam o terreno mas sabiam trabalhar. Viviam em comunidade e assim queriam continuar. Até a formiga mestra trabalha, todos trabalham, todos se defendem e todos se ajudam.

Colocaram o barco no mar e este começou a navegar, navegar, navegar em direcção ao infinito dos homens.

De repente o pequenino olhou e não via um barco, mas uma frota de barcos.

O idoso olhou e não via barcos, mas eternidades de luz.

De repente as formiguinhas povoaram a Terra!

Pr. Egídio

 

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Mensagem 85 - 12 de julho de 2020
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