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ADÃO E EVA


- O primeiro casal.

(GEJ – IV – 142:1...)


- Criados por Deus.

(GEJ – IV – 161)


- Primeiro Homem e sua educação do Céu.

(GEJ – IV – 221)


- A queda de Adão e Eva.

(GEJ – II – 224)


- O Homem é ensinado por Deus.

Diz o Senhor: “A criação do primeiro casal no Paraíso provou o contrário, pois foi ininterruptamente ensinado por Deus durante mais de cem anos. Além disso, foram naquela época inspirados por Ele videntes e profetas, encarregados de ensinar as criaturas, já com inclinações mundanas, revelando-lhes a Vontade de Deus.”

(GEJ - VI – 162:3)


- Resposta à curiosidade do homem sobre o primeiro casal.

Diz o Senhor: “Quem pois, quiser saber como surgiu o primeiro casal na Terra, leia a escrituras de Moisés e creio que assim irá encontrar a prova se no início houve um ou vários casais. (…) Acrescento apenas que, para a filiação divina, só se destinavam Adão e Eva. Por eles se iniciou a educação espiritual, do Céu, prosseguindo até então.”


- Outros seres, antes da criação de Adão e Eva, já viviam e ainda vivem sobre a Terra.

Diz o Senhor: “É claro ter havido, muito antes de Adão, criaturas semelhantes ao homem, e ainda existem na Terra; entre elas e os homens propriamente livres há grande diferença. (…) O homem real, pode desenvolver-se até à plena perfeição divina; pode reconhecer, comparar, ajuizar e compreender a finalidade das Obras de Deus. O homem animal jamais terá tal capacidade. “

(GEJ - VII – 221:2-5)


- “Adão onde estás?”

Uma questão importante para todos os tempos.

(GEJ – IX – 84)

Sobre a chamada de Deus a Adão. O Senhor dá-nos esclarecimentos sobre o Pecado, comer da árvore do Conhecimento, bem como da árvore da Vida.

(GEJ - IX – 83; 84)


- O homem é provado na obediência. As duas árvores do Jardim.

Outras explicações do Senhor. Diz Ele: “A Verdade será sempre Verdade, mesmo sem prova, e quem viver dentro dela perceberá ser Minha Doutrina a Palavra de Deus e não humana. (…) Por isto, consta na Escritura: Deus colocou duas árvores no Jardim da Vida; Uma da Vida, e outra do Conhecimento, e disse ao homem: Se comeres somente os frutos da árvore da Vida, viverás; alimentando-te igualmente dos frutos do Conhecimento, antes de serem abençoados por Mim, morrerás. (…) A criatura, dotada de livre arbítrio, deixou-se seduzir pela serpente do desejo e comeu do fruto do conhecimento, antes que tivesse sido abençoado pelo amadurecimento da fé no seu coração, quer dizer ela começou a analisar pelo intelecto, o Espírito de Deus, o Espírito da Vida, e a consequência foi o afastamento de Deus, cada vez maior, em vez de se aproximar Dele. Eis a morte espiritual, que tornou o homem sem forças, perdendo o domínio sobre todas as coisas da Natureza, de sorte a se ver obrigado a trabalhar com o auxílio do fraco vislumbre intelectual e com o próprio suor, pelo sustento físico, e muito mais ainda pelo espiritual. (…) Assim, os homens até hoje se afastaram de Deus, portanto da Vida Verdadeira, a ponto de quase não mais acreditarem Nele, tampouco na sobrevivência da alma. (…) Eis a consequência de terem os homens, preferido, os frutos mortos da árvore do Conhecimento, aos da árvore viva e animadora da Vida. (…) A pergunta que Deus fez a Adão, após ele ter saboreado o fruto proibido e que constava: Adão (ou Homem), onde estás? Perdura e perdurará até ao Fim do mundo, enquanto houver criaturas que dêem 10 preferência à árvore do Conhecimento. (…) O homem que se nutre desse fruto, em breve perde Deus. A sua alma então se atemoriza e procura na mente a resposta acalmadora e consoladora à pergunta: Onde estás? A resposta, porém, é sempre a mesma: Estás no julgamento, a morte certa da alma. (…) Que poderia a alma encontrar no cérebro? Nada mais do que quadros, impregnados deste mundo, muito distantes das coisas do espírito. A alma não reconhecendo o espírito mais próximo da Vida de Deus, como poderia encontrá-lo nas imagens do mundo, reflectidas no cérebro? (…) Neste estado, no qual se acha a maior parte dos sacerdotes de todas as seitas e religiões, mormente fariseus, anciãos, escribas e regentes com o seu grande séquito – a alma não mais percebe a Verdade. A mentira representa tanto ou mais ainda que a Verdade puríssima, quando pode conseguir alguma vantagem material. Uma Verdade qualquer a impedindo nisto, torna-se sua adversária e foge, ou a persegue com fogo e espada. (…) Chegado este ponto, não mais existe pecado para a alma, e o homem que desfrutasse de algum poder, faria o que quisesse e agradasse aos seus apetites … Quem é culpado disto? Digo-vos: Apenas a crescente absorção da árvore do Conhecimento. (…) Eu Mesmo vim a este mundo … para mostrar novamente a árvore da Vida e os incito a comerem os seus frutos até se saciarem.”

(GEJ - IX – 83:1,3-6)

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