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Maio 2020


Ano XXVII - Nº 75

75-Ano XXVI-AVB-MAIO de 2020
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Neste Boletim:


  • O Filho Pródigo;

  • “Recados do Pai”;

  • Excertos d’O Grande Evangelho de João;

  • Dádivas do Céu;

  • O Alerta de Deus;

  • Tempo de Perdão.


O FILHO PRÓDIGO


O Filho Pródigo descrito na parábola de Jesus (Lucas 15:11-32) é uma figura usada normalmente para descrever aquela pessoa que, arrependida, se volta para Deus; mas convém reflectir sobre o motivo que a levou a tomar essa atitude.

No ditado que este mês nos serve de inspiração, vemos que é muitas vezes o sofrimento que nos move a tomar a decisão acertada de nos voltarmos para o aconchego e protecção do Senhor:

O Meu povo é assim: precisa do grito para sentir vontade de Me sentir no temor, precisa da dor para clamar o Meu nome.


Nunca da parte do Criador houve a intenção de colocar as Suas criaturas em situações desagradáveis, nem tampouco fazê-las sofrer. Antes pelo contrário, Deus criou o primeiro casal, Adão e Eva, e colocou-os num lugar denominado Paraíso. Mas foi o pecado, ou seja, a desobediência motivada pelo uso indevido do livre-arbítrio, que levou o homem a se afastar da ordem divina e a criar a sua próprio ordem e destino.

Nesse caminho escolhido pelo homem surgiu tudo o que é desagradável, conforme foi dito pelo Senhor: “… maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida. Espinhos, e cardos também, te produzirá, e comerás a erva do campo. No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra …” [1]

Ao longo dos seis milénios de história da Humanidade, após a criação de Adão, em que este mundo sofreu grandes catástrofes, motivadas sempre pelo pecado e afastamento do homem do seu Criador, chegamos aos nossos dias, em que a ciência, o conforto (para alguns) e o aparente controlo das forças da natureza, levam o ser criado a desdenhar do Criador, como dizendo: “Eu consigo pela minha força e sabedoria.”

São muitas as “Torres de Babel” criadas pelo homem, mas bastou um simples vírus para desencadear em todo o planeta uma pandemia que está dizimando milhares de vidas e causando o pânico entre os vivos. Porquê?

Porque Deus nos ama e quer novamente chamar muitos filhos Seus que andavam desgarrados do Seu aconchego, para junto de Si. Assim sendo, podemos dizer que esta pandemia, ao invés de ser prejudicial, torna-se numa grande prova do Amor de Deus.

Lembramo-nos de uma palavra que nos foi transmitida pelo Pai, no passado mês de Março:

Quanto a esta praga, ela ainda está a começar. No entanto existe muita alma no mundo que estava em sofrimento e que precisava de vir a Mim. Não é por acaso que ela toca nos idosos, pois estavam a tratar muito mal filhos Meus e esses vão subir até Mim.

Será que esta atitude de Deus não pode ser comparada à de um pai terreno, que vê o sofrimento de seus filhos e quer chamá-los para o aconchego de sua casa? Quanto sofrimento tem sido infligido à população idosa que é a maioria nos países ocidentais!

Então, o Senhor através desta pandemia está a chamar alguns. Libertando-os de maus tratos e a corrigir a maioria da humanidade através do medo e do sofrimento.

Em determinada altura em que o Senhor estava desgostoso com o Seu povo de Israel, a quem havia dado tudo, Ele diz zangado: “Irei, e voltarei para o meu lugar, até que se reconheçam culpados e busquem a minha face; estando eles angustiados, de madrugada me buscarão”. [2]

Não devia ser assim, mas infelizmente é o sofrimento que aproxima o homem de Deus.

Se a Humanidade tomar consciência da sua fragilidade e for levada a mudar algo em sua maneira de viver, procurando melhorar, para os filhos de Deus a exigência é maior, pois o convite formulado pelo Pai nas palavras que seguem, mostra que a fraternidade e o amor a dispensar a todos ao nosso redor deve ser a nossa futura norma de vida:


Apressai-vos na ligação a Mim e no perdão que tendes de espalhar à vossa volta. Que o Amor seja semente que vos traz até Mim e que seja dia após dia, hora após hora, tratada por vós com todo o cuidado e na força da caridade.

Este alerta deve ser tomado muito a sério, pois estamos a experimentar durante os dias de reclusão forçada esta aproximação ao Senhor. Hoje, temos mais fé, mais prazer na leitura da Escritura e outras obras de cariz espiritual, dedicamos tempo à oração intercessória, pois sofremos com a dor dos outros, e partilhamos com alegria, entre nós, as muitas experiências espirituais que estamos vivendo.

Por que isto não existia anteriormente e a nossa relação com Deus se limitava a uma ida semanal aos cultos comunitários?

A resposta não é difícil: Porque estávamos em liberdade e vivíamos a nossa vida segundo o nosso padrão estabelecido, numa rotina de “normalidade” e, mesmo comos cristãos, seguíamos o ditado popular: “Primeiro a obrigação, depois a devoção”.

Mas Jesus nunca avalizou este ditado, mas sim o seu oposto: “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis pois pelo dia de amanhã…” [3]

Quando está máxima espiritual for aceite como verdade absoluta, e cada um de nós fizer uma experiência para ver se funciona, então o testemunho cristão ao mundo será levado a sério por todos os que estão à nossa volta; e o desprezo e escárnio motivados pelos escândalos de muitos que se dizem cristãos serão reprimidos, não pela força, mas pela convicção do testemunho presenciado. Essa era a forma de viver da Igreja Primitiva. Nem todos aceitaram o evangelho de Cristo, mas eram obrigados a reconhecer que naquela gente havia algo diferente: “E perseveravam unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo…” [4]

Creio que chegou a hora de toda a igreja “cair na graça de todo o povo”. Este alerta do Alto que nos chama a cerrar fileiras contra o pecado, deve levar-nos a viver em plenitude a doutrina do Divino Mestre, este Jesus que deu a Sua vida por cada um de nós.

As palavras que seguem devem ser agora o nosso lema:


Todos os Meus filhos têm de se elevar para que Eu possa sentir que o infinito se perde na junção com a eternidade e aí a Nova Jerusalém desce com todo o esplendor.


Não devemos temer nada do que ainda possa vir, pois a Escritura nos estimula na caminhada, dando-nos a garantia de protecção plena: “Que diremos pois a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” [4]

Citamos algumas palavras do Pai, que nos mostram a importância do sofrimento na moldagem do carácter espiritual de cada um, levando-nos a caminhar na Sua direcção, tal como o pródigo da parábola, pois Ele já vem ao nosso encontro. Breve Jesus voltará e enxugará todas as nossas lágrimas.


Mas, até lá, muita lágrima, muita dor, muita provação tereis de passar para que todo o pecado se possa expiar; e que em vós o próprio príncipe das trevas possa ser transformado em filho pródigo.


Terminamos esta reflexão, com o cântico de um servo valoroso e vitorioso, que já goza as bênçãos eternas com Jesus a quem tanto amou – o apóstolo Paulo: “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? (…) Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou”. [5]

Fraternalmente em Cristo Jesus,

Pr. Egídio

[1] Génesis 3:17-19 [2] Oséias 5:15 [3] Mateus 6:33-34

[4] Romanos 8:31 [5] Romanos 8:35-37



RECADOS DO PAI

«Dia após dia vou crescendo dentro de vós e a luz se intensifica, quer na dor quer na necessidade. O Meu povo é assim: precisa do grito para sentir vontade de Me sentir no temor, precisa da dor para clamar o Meu nome.

Em tudo Eu estou presente. E mais um ciclo terreno passa e Eu me aproximo de vós para vos dizer que mais um grão de areia se solta, contando os anos para a Minha vinda.

Apressai-vos na ligação a Mim e no perdão que tendes de espalhar à vossa volta. Que o Amor seja semente que vos traz até Mim e que seja dia após dia, hora após hora, tratada por vós com todo o cuidado e na força da caridade.

O Meu Espírito se completa com a junção do vosso. Todos os Meus filhos têm de se elevar para que Eu possa sentir que o infinito se perde na junção com a eternidade e aí a Nova Jerusalém desce com todo o esplendor. Mas, até lá, muita lágrima, muita dor, muita provação tereis de passar para que todo o pecado se possa expiar; e que em vós o próprio príncipe das trevas possa ser transformado em filho pródigo.

Tudo no mundo se transforma, regado pelas Minhas lágrimas e pela dor que sinto, vendo os Meus filhos se afastando. Mas no mesmo momento Eu me alegro pela fidelidade e esforço de filhos como vós.

Lutais e enfrentais a provação sabendo que o Meu caminho é o fogo que vos molda em carácter. O fogo é a dor, é a humilhação, é a tortura do mundo em que viveis.

Nenhuma dor que chegue a vós é mais forte do que a vossa força, e tudo é feito para vossa salvação.

Sois filhos eleitos na escolha e no espírito que vos concede fé renovada e fortalecida.

Procurai-Me e eu sempre vos acolherei, porque vos amo.

Tudo se encontra como a natureza em invernação, pronta a despertar ao raiar do sol. Assim é convosco e com a Obra.

E na mudança tudo se renova, sendo o princípio e o fim o mesmo.

O caminho faz-se percorrendo, e na busca se encontra e Eu já estou em vós e permaneço.

Que este dia seja um fechar de ciclo de prova, pois Eu vos sinto prontos e em Mim sereis aconchegados, apoiados e abençoados.

Descansai e esperai porque o Sol vai renascer em vós. Eu vos amo. Continuai o caminho que vos coloquei à frente. Enfrentai os obstáculos, pois só assim conseguireis na terra aquilo que nós aspiramos aqui no céu.

Eu estou em vós, Meus filhos. Amém."


EXCERTOS D’O GRANDE EVANGELHO DE JOÃO

A VOLTA DO FILHO PERDIDO

A este Meu conselho, Cirénius indaga a respeito de Satanás, o seu fim, e se era possível considerar sobre a sua volta à Casa do Pai.

Eu dou-lhe a resposta, audível no seu coração: Todos os acontecimentos têm o seguinte objectivo - procurar aquele que se perdeu e oferecer remédio ao enfermo, considerando sempre a sua livre vontade; impedi-lo em seu livre arbítrio seria transformar a infinita criação material e todos os seus elementos, em pedra duríssima incapaz de sentir a menor vibração de vida. Todo o Cosmos representa este grande espírito caído e desagregado em inúmeros mundos. Deste único ser são tiradas miríades de criaturas, na maioria iguais às deste planeta e transformadas, pela Omnipotência, Poder, Amor e Sabedoria divinos em seres semelhantes a Deus – o que, em síntese, não deixa de ser uma volta do grande anjo caído.

Quando, porém, todos os planetas e sóis se tiverem transformado em criaturas, nada mais sobrará “daquele”, a não ser o seu puro “eu” que, no completo abandono em épocas vindouras, se prontificará para a volta, caso não queira ser entregue ao eterno definhamento. Então não mais haverá Sol nem terras materiais girando no Espaço infinito, e sim, uma nova e maravilhosa Criação espiritual com seres felizes e livres que preencherá o infinito e Eu serei o Deus e Pai de todos os seres, por toda a Eternidade. Haverá então um rebanho, um aprisco e um Pastor!

Porém, esta época jamais poderá ser determinada. Mesmo se Eu te desse a era precisa não a poderias assimilar, porquanto não te seria possível somar os anos, contando os grãos de areia do mar e da Terra, as ervas em todos os campos e matas, as gotas do mar, dos lagos e dos rios, das cascatas e fontes – a fim de determinar o tempo da salvação definitiva.

Por isso, satisfaz-te com o seguinte: Trata, antes de mais nada, da conquista do Reino de Deus e da Sua verdadeira justiça, que serás despertado por Mim após a tua morte para a vida eterna, e naquele reino de espíritos puros, mil anos passarão como se fora um dia.

E lá, Meu amigo, no Meu reino cheio das maiores bem-aventuranças, com facilidade aguardarás aquilo que aqui te parece eterno. Por ora, nem tu nem um dos Meus discípulos podereis ser iniciados em toda a sabedoria dos Céus – somente depois, quando fordes baptizados, daqui a alguns anos, pelo Espírito Santo de Deus. Ele vos conduzirá a toda a sabedoria divina e verás então, numa luz completa, tudo aquilo que ora te parece tão incompreensível. Guarda o que te revelei, pois deverá ser segredo ainda por muito tempo.

Cirénius assusta-se muito e diz, após alguma reflexão: Sem dúvida ouvi a Tua palavra no coração; mas é preciso que a advertência final deva ser considerada tão rigorosamente? Não seria possível transmitir algo a pessoas honestas e devotas?

Digo Eu: Meu amigo, este conhecimento não prejudica quando é assimilado pela voz do espírito, como tu o acabaste de fazer, mas carnalmente recebido, seria de grande dano. Como e porquê, já te falaram os Meus anjos, portanto deixemos este assunto. Temos outras coisas que resolver para já, enquanto a tua pergunta toca a Eternidade.»

A APARIÇÃO DE JERUSALÉM, ANTIGA E NOVA

«Ao pronunciar estas palavras, todos vêem o Céu tingido de púrpura e, em solo incandescente, a cidade de Jerusalém, sitiada por soldados romanos, e dos portais flui sangue. Logo em seguida, ela está em chamas e grossas colunas de fumo envolvem o horizonte. De súbito, não se vê mais esta cidade, e sim, um montão de escombros. Estes escombros também desaparecem e no final, vislumbra-se um deserto, onde hordas selvagens procuram edificar. Em seguida, desaparece a visão e de Jerusalém ouvem-se gritos de pavor. Então, Nicodemos opina ter irrompido uma revolta.

Eu o acalmo dizendo: Ainda não; mas daqui a quarenta e cinco anos dar-se-á tal facto no país e aquela cidade será arrasada por não querer aceitar a graça do Alto. Esperemos o final, depois voltaremos a casa.

Novamente todos observam o firmamento, onde a coluna luminosa vem descendo à terra, porém do lado oposto, quer dizer, no Oeste e com claridade ainda mais intensa. Divide-se em inúmeras partes, as quais formam uma cidade enorme, cujas muralhas consistem em doze espécies de pedras preciosas, emanando brilho multicor por todos os lados. Tem ela igualmente doze portais, por onde afluem inúmeras criaturas de todos os pontos do globo.

Acima da cidade, no ar, vê-se a seguinte inscrição em hebraico antigo, como se fora feita de rubis e esmeraldas: “Eis a Nova Cidade de Deus, a Nova Jerusalém que descerá um dia, dos Céus, para os homens de corações puros e de boa vontade; lá habitarão com o Senhor para sempre e louvarão o Seu nome.”

Tanto a visão quanto a inscrição celeste são vistas somente por aqueles que se acham Comigo no Monte.

Após terem expressado o seu júbilo e querendo adorar-Me, a visão desaparece e Eu aconselho todos a adorarem a Deus no silêncio dos seus corações, e não em palavras retumbantes quais fariseus, pois não tinham valor para Ele. Eles então silenciam e se entregam a meditações.

Depois de algum tempo prossigo: Chegou a meia-noite; vamos entrar para tomar algum pão e vinho. Em seguida darei a explicação de tudo.

Após isto feito, Nicodemos analisa os diversos hóspedes no refeitório e percebe os sete templários, em companhia dos traficantes de escravos, e diz, constrangido: Senhor, vejo sacerdotes do Templo àquela mesa e temo a sua denúncia! Como chegaram aqui?

Digo Eu: Quem está Comigo não tem mais ligação com o Templo. Se bem que foram enviados por ele, a fim de Me observarem, disfarçados, reconheceram a Verdade e abandonaram o sinédrio. Dentro de alguns dias partirão para Roma, em companhia de outros, e lá serão tratados; por isso não há motivo para receios.

Diz Nicodemos: Senhor e Mestre, prometeste esclarecer-nos o fenómeno e tomo a liberdade de te lembrar.

Digo Eu: Assim farei, mas que ninguém prossiga com indagações quando tiver terminado, e cada um procure meditar em benefício da sua alma.

O SENHOR EXPLICA O FENÓMENO LUMINOSO

(O Senhor): «As doze colunas de fogo a Leste representam realmente as doze tribos de Israel e o tronco do centro foi Judá, os laterais, Benjamin e Levi. Através dos vários acontecimentos os doze se juntaram ao de Judá, e este é representado por Mim, pois vim para unificá-los em Mim como único tronco verdadeiro de Judá, para torná-los unos, assim como Eu e o Pai no Céu somos Um só, desde eternidades.

As sete colunas são os sete Espíritos de Deus que, ao se reduzirem a três, representam em Benjamin, o Filho; em Levi, o Espírito, e em Judá, o Pai. E vede: Pai, Filho e Espírito Santo se tornaram Um, sempre o foram e sempre serão Um só. Este Um sou Eu mesmo, e quem ouvir o Meu Verbo e o aplicar, estará Comigo e dentro de Mim. Subirá ao Céu, como Eu, e terá a vida eterna em Mim. Eis em resumo a significação verdadeira da primeira visão.

Quanto à segunda, demonstrou o excesso dos pecados horrendos deste povo que, muito embora na claridade do dia surgido entre ele, prefere caminhar em trevas, e assim fará. Por isso, colherá os frutos das suas acções na época por Mim mencionada, quer dizer, daqui a quarenta ou cinquenta anos; então terá chegado o fim deste povo para todo sempre.

Digo-vos: Céu e Terra desaparecerão e se tornarão ocos e rotos quais vestes velhas; as Minhas palavras, porém, cumprir-se-ão para sempre.

Eu sou o Senhor! Quem se atreverá a discutir Comigo e enfrentar-Me com lanças e espadas? Até isto farão, e o Meu corpo perecerá na cruz. Precisamente tal crime completará a sua medida e selará o seu extermínio. A ignorância pretende dominar e matar Deus. Isto será feito dentro em breve, e tal acto criminoso será permitido para asseverar um final para todo sempre. Mas aquilo que para o povo será motivo de aniquilamento, reverterá para a salvação e conquista plena da vida eterna.

Não vos impressioneis com esta revelação; pois aquela raça poderá matar o Meu físico, mas não Aquele que em Mim vive, age, cria e ordena eternamente. Não deixarei o Meu corpo dentro da tumba, pois será despertado no terceiro dia e assim privarei, até ao fim dos tempos, com aqueles que acreditarem em Mim, Me amarem e cumprirem o Meu Verbo. E vós, Meus irmãos, podereis ver e falar-Me como agora, onde caminho na carne não transfigurada.

Reflectindo a respeito, concluireis ter a segunda visão motivo importante. Que nenhum de vós diga: Senhor, poderias modificá-la através da Tua omnipotência, pois vos afirmo que estou fazendo o máximo, demonstrado pela Minha sabedoria eterna e divina; entretanto, de nada adianta ao povo pervertido. Ele é tão teimoso pela própria maldade inacreditável, não havendo poder divino que o salve.

Pensais que Deus possa tudo o que simplesmente quiser! Não resta dúvida. Todavia, não pode agir pela omnipotência, em virtude do livre-arbítrio humano; pois se o enfrentasse com o menor impedimento, o homem se tornaria em boneco dirigido pela vontade divina e jamais chegaria a uma determinação própria. Neste caso, não haveria bem-aventurança para a alma.

Precisa o homem estar de posse da sua plena liberdade que lhe trará vantagem por leis externas e obediência individual, no que a omnipotência divina nada pode influir, e por isso terá que permitir tudo o que deseja, inclusive o assassínio da Minha carne inocente.

E como as criaturas de Jerusalém se afastaram da Lei Divina, suplantando-a pelas instituições provindas dos seus interesses mundanos – contrários às leis que dei a Moisés e aos profetas – e Eu testificando a sua injustiça contra Deus e os homens, odeiam-Me e querem matar-Me a qualquer preço. Ser-lhes-á permitido; com isto a medida dos seus crimes estará completa, dando-se com o povo o que vistes na segunda visão.

Conjectura Nicodemos: Senhor e Mestre, creio que os fenómenos tenham despertado a consciência dos templários e certamente terão receio de qualquer acto violento. Ouvi pessoalmente a reprimenda popular contra os sacerdotes, por eles terem assassinado a maioria dos profetas, inclusive Zacarias e João. O próprio sumo-sacerdote calou-se e nada disse ao povo que exigia a devolução das oferendas, consideradas como crime. Além disto, recebeu o Templo, por parte do Governo romano, uma advertência severa em virtude do “jus gladii”, e assim terão perdido a coragem para condenar alguém à morte, sem autorização legal de Roma.

Digo Eu: Não o farão; entretanto, influenciarão o juiz romano de tal forma, apresentando número considerável de testemunhas pagas contra o Cordeiro, que no final o juiz fará o que exigirem. Há muitas pessoas que acreditam em Mim e na Minha doutrina; mas o Templo tem grande séquito, embora ignorante, com o qual tudo fará. Prova disto é a enorme afluência nas festas do sinédrio. Estas peregrinações testemunham o grande número de ignorantes na Judeia, convictos do agrado de Deus pela obediência ao Templo. Meditando a respeito, encontrareis reduzida garantia pela Minha vida entre os judeus

(O Grande Evangelho de João – II – 63 – VII – 49,50)



DÁDIVAS DO CÉU

CRUZ, COROA E AMOR


«Diz àquela que tanto ama a Minha carne, que idolatra as chagas do Meu corpo, que honra e clama aos céus a madeira da cruz e o ferro dos pregos que furaram as Minhas mãos, diz-lhe a mensagem que se segue, dada por Mim pelo bem da sua saúde.

Nem ela nem ninguém deve amar a cruz mais do que a Mim mesmo, nem aos pregos mais do que a cabeça coroada. Pois quem assim fizer deverá sofrer muito pelo seu amor errado. A quem ama a cruz, como também os pregos, eu darei a coroa de espinhos. E aquele que amar a cruz, os pregos e a coroa como amor a Mim, este será crucificado, tal qual Eu fui. Mas aquele que Me ama por causa da cruz, dos pregos e da coroa, este ama a Minha carne que está cheia de feridas e do sangue das chibatadas. Parece-se com aquelas crianças que só começam a amar os seus pais quando estes, destruídos pelo sofrimento, batem chorando à porta dos filhos.

Quem quiser amar-Me correctamente que Me ame pelo Meu amor e que obedeça aos Meus mandamentos, que dei a todos sem cruz, sem pregos, e sem coroa. Eu os dei com toda a pureza de Meu ser, pois Eu sou puro. Diz a todos: Quem em verdade Me amar assim, sem cruz, pregos ou coroa, este tem toda a firmeza em seu sentimento. Mas quem Me amar cheio de dúvidas, este precisa da cruz, dos pregos da coroa ou das chagas para Me amar; Eu lhe darei um destes ou todos, pois assim ele verá o seu amor fortificado. Ele verá que sofrimento é mais difícil que amor fortificado. Ele verá que sofrer é mais difícil que amar, e Eu não Me alegro com os sofrimentos dos Meus filhos, mas sim só Me causam grande tristeza no coração.

Vê, “Meu jugo é suave e Minha carga é leve.” Só os filhos do mundo precisam usar de violência com o Meu reino, se desejarem apoderar-se dele. Os Meus filhos não devem ir à luta, expondo-se a serem violentados por Meus inimigos, para Me defender. Por eles Eu irei à luta, pois o amor está muitíssimo acima de qualquer luta aceita sem Meu beneplácito.

Mas aquele que desejar lutar e tiver prazer na luta, este tem que estar preparado para os vários ferimentos que poderá sofrer, ou mesmo a sua derrota.

Por isso, por aquele que Me amar, por este Eu lutarei e vencerei, e o seu amor será a mais linda coroa de louros que poderá Me oferecer. Mas aqueles que por vontade própria desejarem lutar junto a Mim, a estes Eu os distribuirei nos seus postos. E terão que lutar com as suas forças, com muito medo e esforço. A vitória muitas vezes lhes custará bem caro e será amarga, e também terão que prestar muitas contas.

Mais uma explicação é necessária: Se alguém deseja comprar uma casa, este não deve contentar-se com a vistoria do seu exterior, muitas vezes pura pintura. Deve dirigir-se ao vendedor e dizer: “Deixa-me ver os pilares, as paredes, o chão e o telhado.” Se ele não considerar a casa como boa, que se afaste e não tente negociar com o vendedor esperto, mesmo que este lhe diga que a casa está em óptimas condições e aguentará bem muitos anos. No primeiro terramoto seria destruída. Se morar numa casa velha, que esteja sempre pronto a abandoná-la (entender estas palavras no sentido espiritual). Ao sentir os primeiros tremores ou fissuras, saia de imediato.

Isto vos diz o Pastor cuidadoso das ovelhas mansas, habitantes da difícil seara do mundo dos servos. Amém. Eu, Jesus, Jeová. Amém.»

(Revelação transmitida ao profeta Jakob Lorber em 24-04-1840)


O ALERTA DE DEUS

Vou narrar um acontecimento extraordinário que, se dúvidas houvesse, demonstra a forma maravilhosa como Deus age connosco.

Tudo começou em 2010, quando dois servos da nossa comunidade – um “profeta” e outro descrito como “escrivão” - foram convocados pelo Senhor para receber e transmitir ao mundo novas revelações do Alto, que anos mais tarde iriam dar origem ao livro “O Novo Templo”. Esta obra foi publicada e encontra-se também no nosso site após uma revisão em 2015, porque neste ínterim muitas das revelações ali registadas foram aclaradas pelo Senhor.

No passado dia 12 de Abril, noite de domingo de Páscoa, alguém que estava ao computador, decidiu abrir um documento que era a compilação sumária da obra “O Novo Templo”. Mas ao invés de começar pela primeira página, inusitadamente resolveu iniciar a sua leitura ao contrário, começando pelo fim.

E foi assim que tomou conhecimento do seguinte, que se encontra inscrito na página 392: “Breve enviarei à Terra o Meu vírus que matará o vírus que nela existe, e o Meu vírus, curará o vírus da Terra. Breve escreverás esta profecia e ela será enviada à Terra, como a primeira mensagem de alerta ao mundo. Também te digo que todo aquele que enganar o vírus que Eu enviarei à Terra, esse tal morrerá. Enviarei à Terra o Meu vírus que matará o vírus da Terra, e curará o vírus da Terra.

Atónita, essa pessoa reconheceu que este texto podia estar a referir-se à pandemia do vírus “Corona”, que tem obrigado quase todas as nações a decretarem o confinamento obrigatório dos seus cidadãos dentro de suas casas; isto poderia ser o cumprimento da revelação dada ao profeta com uma década de antecedência.

Está claro que há dez anos atrás seria inimaginável que tal pudesse vir a acontecer um dia. E por isso caiu no esquecimento com o passar do tempo.

Porém, essa pessoa sentiu no seu coração que esta revelação era para o ano 2020. E desejando aprofundar o seu conhecimento sobre a matéria, começou a estudar a obra “O Novo Templo” com redobrado interesse. Tal empenho deu fruto, e torna-se de fácil compreensão para todos com outra revelação ditada pelo Senhor, e que se encontra na página 241 do mesmo livro: “E eu vi uma grande praga que estava para vir à Terra, mas eu não entendi o que era; pois vi muitos milhares de coisas parecidas com botões que tinham espinhos. Esta praga é tão grande que nem o Sol faz derreter esta grande praga; e a praga falou dizendo: Não há fogo que possa apagar este fogo.

Quando surgiu a descrição da figura dos “botões com espinhos” vimos que ela correspondia ao desenho disseminado da figura deste vírus terrível.

Tal como é descrito no livro, nós cremos que esta praga veio sobre a Terra por permissão do Senhor, pois está cumprindo uma função purificadora.

A humanidade tem de acordar para as realidades espirituais das quais está arredada há muito tempo pelo seu materialismo desenfreado, o qual tem animalizado as criaturas, embrutecendo-as espiritualmente.

Mais do que nunca, cremos, o nosso Deus referia-se ao Corona vírus que neste preciso momento assola a Terra de forma inusitada, ceifando vidas diariamente, e deixando o mundo suspenso e atónito perante o desconhecido.

Para o profeta que recebeu esta revelação, era difícil explicar o que via. Por isso, na sua singeleza, referiu o fenómeno como sendo parecido com “botões”, a algo esférico, circundado de espinhos que rodopiava sobre si mesmo.

Reparem como Deus é um Pai amoroso, para em 2010 nos alertar sobre o que haveria de acontecer em 2020…

Mas isto é a comprovação da veracidade da Escritura, que diz: “Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Amós 3:7)

Para aqueles que consideram que só os profetas da antiguidade referidos na Bíblia Sagrada é que são verdadeiros, esquecem-se das palavras de Jesus, quando disse: “Não vos deixarei órfãos.

A verdade insofismável é que Ele prometeu que nunca nos abandonaria, e a Sua promessa perdura por todo o sempre!

O Espírito Santo derramado sobre os Apóstolos no dia de Pentecostes é o mesmo que tem inspirado homens e mulheres ao longo dos séculos até ao dia de hoje, revelando-lhes aquilo que há-de vir.

É essa estreita comunhão espiritual com o Todo-Poderoso que capacita os Seus filhos a receber as Suas revelações e mensagens.

Para muitos, poderão ser consideradas como utopia, alucinação, desequilíbrio psicológico – enfim, o que lhes quiserem chamar, mas para nós é a comunhão com Deus, permitindo que ouçamos a Sua voz, o que ultrapassa o entendimento humano.

Como sabemos em quem temos crido e aguardamos a bem-aventurança que nos espera no Além, tais conotações são irrelevantes, pois a linguagem de Deus só é compreensível para os Seus filhos.

As coisas espirituais são incompreensíveis para aqueles que não são Dele; os que vivem só para o mundo e para as coisas terrenas não as podem compreender, tal como é dito na Escritura:

Ora o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem, espiritualmente.” (I Coríntios 2:14)

Mas louvado seja o nosso Deus por continuar a falar connosco nos nossos dias desta forma tão bela, confirmando que só Ele é o Criador de todas as coisas e nada Lhe é oculto.

Geralmente, o Pai escolhe pessoas simples para seus profetas; pessoas que procuram seguir o exemplo de Jesus; filhos que agem de forma discreta, sem mediatismos, querendo somente servi-Lo e adorá-Lo de todo o coração, em espírito e em verdade - pois é desses que o Senhor se agrada.

Só as pessoas que tenham uma fé singela aos olhos dos demais, e um amor a Deus acima de todas as coisas, é que poderão saber o que é a mão de Deus guiando as suas vidas, sentir a Sua presença e ouvir a Sua voz.

O Senhor também nos alertou, em revelação recente, para o facto de que esta pandemia era o início de um novo ciclo para a Humanidade.

Nada voltará a ser como antes, onde o materialismo, egoísmo, hedonismo e indiferença têm sido o essencial no quotidiano, para a maior parte da humanidade, numa inversão de valores contrária ao puro amor de Cristo.

A Terra será purificada para que um Novo Mundo possa ressurgir e a Luz Verdadeira impere. A forma como a mudança irá ocorrer depende do livre-arbítrio e das acções do Homem.

Como organismo vivo que é, irá reagir e renovar-se a si mesmo, após a saturação causada pelo desrespeito e ganância de que tem sido vítima.

O Homem crê ser o rei da Terra, agredindo todas as espécies e formas de vida que partilham com ele este lugar que, de um jardim, se transformou numa lixeira irrespirável, levando à extinção paulatina de outros seres que são igualmente criação divina.

Somos o único mamífero inteligente que se comporta de forma irracional para alcançar o poder efémero.

Ora o Senhor Jesus está preparando a Sua segunda vinda, para tomar posse do que é Seu e reinar com o Seu povo.

Por isso, é tempo de repensar quais são os nossos valores. O dinheiro e as futilidades não nos trazem felicidade e paz duradouras. Só Jesus!

É tempo de reformular os nossos dias, e como iremos viver daqui por diante.

Recebemos através do WhatsApp um vídeo de Itália, o qual mostrava que pessoas infectadas com o Corona vírus, perante a eminência da morte, deitavam pelas janelas o dinheiro que tinham guardado em casa, atapetando as ruas de notas para que as pessoas que necessitassem as apanhassem e pudessem minorar as suas necessidades. Sabendo que iam morrer, o dinheiro não lhes servia para nada, era coisa inútil.

Reconheçamos que só o Senhor nosso Deus é digno do nosso louvor e adoração.

Sejamos imitadores de Cristo, tendo mãos que afagam, e pés que elegem trilhar o caminho do amor, vivendo com o coração lavado e a alma limpa.

Com as nossas candeias acesas, preparadas para recebermos o Divino Mestre.

Que todos tenhamos sabedoria para tomar as decisões que nos convêm, pois o nosso eterno Pai está a alertar-nos atempadamente.

Só aqueles que se refugiam à sombra do Altíssimo terão a Sua protecção na Terra, e poderão estar com Ele um dia na Cidade Celestial – A Nova Jerusalém!


Irmã Manuela


TEMPO DE PERDÃO

Estamos vivendo um tempo sobre a terra onde o coronavírus não deixou a sociedade sem ser tocada, de norte a sul, de este a oeste.

É um tempo em que penso que o Senhor nos está levando a reflectir seriamente sobre as nossas vidas. “Graças” a este vírus, todos nós paramos e ficamos confinados nos nossos lares.

Este é um tempo de reclusão forçada, primeiramente, para nos protegermos de qualquer contágio, mas também para espiritualmente podermos abrir o nosso coração ao Senhor; devemos curar velhas feridas que possamos ter infligido a nós mesmos, ou provocado em outros.

A cura dessas feridas só existirá se houver em nós - perdão; esta é uma palavra que muitas vezes custa sair dos nossos lábios, mas mais ainda, custa a sair do nosso coração.

Às vezes parece que este sentimento – o perdão, é impossível, pois o orgulho em todas as suas formas que existe em nós bloqueia este sentimento tão nobre.

As feridas são uma carga pesada que nos impede de avançar e por conseguinte, retarda o nosso aproximar ao Amor de Deus.

Se já nos é difícil pedir perdão quando a razão está do nosso lado, imaginemos quando a razão está do lado oposto.

Durante estes dias de confinamento, li com mais atenção a história de José, filho de Jacó, quando os seus irmãos tentaram assassiná-lo, mas optaram por vendê-lo como escravo. Que grande exemplo de perdão nos dá este patriarca do passado, quando anos mais tarde se dá a conhecer aos seus irmãos, que tanto mal lhe haviam feito. Relata a Escritura: “E lançou-se ao pescoço de Benjamim seu irmão, e chorou; e Benjamim chorou também ao seu pescoço. E beijou a todos os seus irmãos, e chorou sobre eles; e depois seus irmãos falaram com ele.” (Génesis 45:14-15)

Nesta atitude vemos um perfeito perdão que saiu do coração de José e sarou todas as feridas que lhe haviam infligido. Desta forma, toda a sua família foi recuperada, física e espiritualmente, para que todo o propósito profético de Deus tivesse pleno cumprimento.

No transcurso da nossa vida, quantas vezes fomos prejudicados? Naturalmente muitas vezes.

Também o apóstolo Pedro, ponderando sobre o perdão, perguntou a Jesus quantas vezes deveria perdoar a quem o havia ofendido. Sabendo que Jesus era o Amor personificado, apontou um número – sete vezes. Vejamos a resposta do Senhor: “Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete.” (Mateus 18:22)

Claro que o perdão é pessoal, mas posso afirmar por experiência que ele traz libertação. Portanto, lancemos fora todo o orgulho e saremos as feridas ainda abertas nas nossas vidas, usando o bálsamo do perdão e do amor.


Irmão José Luís Robledo

(Obra Social Refúgio Betânia – Espanha)


Leia A Bíblia O Grande Evangelho de João

“A Luz Completa” “Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há-de vir.” (Evangelho de João 16:13) “Eis a razão, porque agora transmito a Luz Completa, para que ninguém venha a desculpar-se numa argumentação errónea de que Eu, desde a minha presença física nesta terra, não Me tivesse preocupado com a pureza integral de Minha doutrina e de seus aceitadores. Quando voltar novamente, farei uma grande selecção e não aceitarei quem vier escusar-se. Pois todos os que procurarem com seriedade acharão a verdade.” (O Grande Evangelho de João – volume I –)




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