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Outubro 2020


Ano XXVII - Nº 80

80-Ano XXVII-AVB-OUTUBRO de 2020
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Neste Boletim:



  • Onde está a Verdade?;

  • “Recados do Pai”;

  • Excertos d’O Grande Evangelho de João;

  • Dádivas do Céu;

  • O que é o Amor?;

  • A Noite de São Bartolomeu;

  • Lugar à Poesia.




ONDE ESTÁ A VERDADE? Hoje, mais do que nunca, é difícil encontrar a verdade.

Os meios de comunicação ao dispor de todos permitem a difusão de informação e a disseminação de conceitos e teorias muitas vezes divergentes entre si, e outras, parcial ou totalmente falsas. Chegámos ao ponto de ser necessário que algumas pessoas se dediquem a tempo inteiro à procura destas “notícias falsas” para repor a verdade, pois milhares de pessoas são enganadas e multiplicam o erro aos quatro ventos.

Nos vem à lembrança o que aconteceu a um clérigo que foi acusado injustamente de um determinado crime grave. A verdade foi reposta e os meios que difundiram a notícia, que era falsa, desmentiram o que haviam dito. Após o desmentido, numa cerimónia, o clérigo disse: “A disseminação da mentira é igual a alguém sacudir uma almofada de penas, sem saber que ela está rasgada; mesmo que de seguida procure recolher as penas espalhadas aos quatro ventos e julgue que o conseguiu, vão aparecer muitas outras penas que não foram recolhidas.”

Isto acontece na realidade, pois a rapidez com que a informação é transmitida, sem o cuidado em aprofundar a sua veracidade, leva à divulgação de erros que podem trazer graves consequências, mesmo repondo posteriormente a verdade.

As informações que nos chegam versam diversas matérias, desde a política, passando pela economia, a saúde, a ciência e outras. Mas de todas as matérias divulgadas, aquelas que se dedicam a assuntos religiosos podem trazer prejuízos espirituais bastante perigosos, se induzirem pessoas mais frágeis espiritualmente a tomar decisões que as possam levar para uma eternidade sem Deus.

É fácil induzir outros no caminho errado, pois basta que alguém com acesso e conhecimentos destes meios informáticos divulgue algo que, parecendo vir de Deus, não o seja verdadeiramente.

As autoridades esforçam-se por regular estes novos meios de comunicação – a Internet e as chamadas redes sociais - mas muitas delas estão contaminadas por este “vírus de propagação do erro” e escandalosamente o usam em seu próprio benefício.

No ditado deste mês é-nos dito pelo Pai:

“Se fosseis sábios, procuraríeis a Verdade sempre. A Verdade sou Eu, Meus filhos.”

Claro que cada um de nós deseja ter a sabedoria do Alto, para poder gerir a sua vida segundo pedrões espirituais sadios; mas quantos de nós se vão fixar na única Verdade – que é Jesus.

Dirão alguns: mas isso é redutor para a nossa inteligência e pode tornar-nos fanáticos ao ponto de nos alhearmos do mundo.

Creio que, chegados a este ponto da nossa reflexão, cabe a palavra sábia de Jesus quando disse: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” [1]

Dos quatro evangelhos bíblicos, o do apóstolo João relata pormenores do diálogo de Jesus com Pilatos, que os outros três omitem. Este governador romano da Judeia, com plenos poderes de vida ou morte sobre o seu semelhante, embora advertido pela esposa sobre a inocência de Jesus, - pois ela havia tido um sonho com Ele - não lhe prestou atenção, nem tão pouco aceitou o conselho dado pelo próprio Jesus, quando lhe falou de uma vida espiritual e de um reino que não é deste mundo. Citemos o diálogo: “Respondeu-lhe Jesus: O meu reino não é deste mundo (…) Disse-lhe Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele é da verdade ouve a minha voz. Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade?” [2]

Estamos vivendo num tempo especial em que, talvez mais breve do que pensamos, tenhamos de fazer a opção por um destes dois reinos – ou o mundo, que mais não é do que um “reino de mentira”, pois tudo o que é material passa; ou uma eternidade com Deus, onde existe a verdadeira vida e a verdade absoluta.

Muita coisa está acontecendo e irá acontecer ainda neste nosso planeta e não precisamos de profetizar sobre factos que não são agradáveis, pois a Escritura é bastante esclarecedora e mesmo a ciência antevê mudanças drásticas.

Mas, ainda assim, o homem pode reverter esta situação se mudar radicalmente a maneira como trata o planeta em que vive.

Quanto ao mundo espiritual, aí sim, temos imensas promessas e conselhos para não nos enganarmos na escolha que venhamos a fazer, pois ela baseia-se numa Verdade sem contestação – JESUS e só Ele, sem fanatismo algum.

Vamos procurar aprofundar dois conselhos que nos são dados pelo Pai e que citamos de seguida:

A religião, seja ela qual for, e as marcas do percurso feito que ela deixa em vós vos cega muitas vezes.”

Esta advertência seríssima do Senhor sobre as marcas que a religião deixa nas pessoas deve levar-nos a ponderar sobre a forma como abordamos as pessoas para lhes falar de Jesus e da vida eterna que Ele nos aponta através da Sua doutrina de amor. Esta abordagem deve ter em conta, sempre, não ferir a sensibilidade religiosa do interlocutor. Um dia Jesus apresentou uma parábola ilustrativa sobre este assunto. Determinada árvore, forte e que dava bons frutos havia brotado numa escarpa, saindo da parede e elevando-se, procurando o Sol; alguém disse: “Devíamos retirar esta árvore e colocá-la num terreno plano e talvez produzisse ainda mais frutos.” A resposta foi: “Se o fizermos, a árvore não vai encontrar os mesmos nutrientes e morre.”

Então, procuremos transmitir aos outros os princípios básicos da mensagem de Jesus: “Amar a Deus acima de todas as coisas e amar o próximo como a nós mesmos”, pois não é a religião que nos leva à eternidade, mas uma vivência de amor ao Senhor e ao nosso semelhante, pois o nosso Pai conhece o coração de cada uma das Suas criaturas e não a sua denominação.

Prosseguindo neste pensamento, chamamos também a atenção para o aspecto externo das igrejas cristãs, com as suas cerimónias e vocabulário próprios, pois muitas vezes catalogamos as pessoas, consoante a terminologia que usam; dizer simplesmente rezar, orar ou fazer uma prece, é o bastante para aceitarmos ou rejeitarmos alguém. No entanto, qualquer dicionário nos diz que estas três definições identificam um mesmo propósito – dialogar com Deus.

O apóstolo Paulo um dia teve de resolver uma situação de divisão interna entre irmãos da Igreja de Corinto e perguntou: “Está Cristo dividido?” [3]

O certo é que hoje, mais do que em outra época da história, a igreja é uma manta de retalhos, parecendo mais um “cadáver” como Jesus afirmou em determinada revelação.

Cremos que está chegando a hora em que as palavras do nosso Pai, que a seguir citamos, devem colocar um freio às críticas e julgamentos religiosos.

O Pai, que sou Eu, vos digo: não olheis aos artefactos, não os julgueis, não os critiqueis, pois para Mim o valor está no caminho, no processo feito para chegar a Mim. Não Me interessa que artefactos do mundo tendes, pois só vejo o vosso coração, a vossa verdade, a vossa fé, o vosso amor a Mim.”

Ainda não chegou a hora, mas ela aproxima-se a passos largos, em que a presença do Verbo personificado, na figura visível de Jesus Cristo, o bom Pastor, juntará o Seu rebanho, como Ele afirmou há dois mil anos atrás, derrubando toda a divisão religiosa: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.” [4]

Fraternalmente em Cristo Jesus,

Pr. Egídio

[1] Mateus 22:21 [2] João 18:36-38

[3] I Coríntios 1:13 [4] João 10:16



RECADOS DO PAI

Na verdade, a Luz se intensifica e tudo ganha nova força, novo alento, novo vigor para voltar a renascer.

Em tudo Eu estou. Eu próprio Me revelo em vós e em vós Eu renovo as Minhas forças pela conquista de uma nova alma que renasce e intensifica a Minha luz.

Nada no Universo foi feito ao acaso; a perfeição impera ao milímetro, e no aqui e agora Eu me faço presente aí e em todo o Meu Universo. Eu sou o tudo e o nada, o mais e o menos, o certo e o errado.

Questionais-vos? Sim, sou o errado na busca da verdade. Sou o pecado redimido. Sou o perdão, a misericórdia, a mão que levanta.

A falta de fé mata o Espírito, e o Espírito sou Eu em vós.

Na rebelião, uma parte de Mim fugiu do Meu controlo - a vontade, o livre-arbítrio, a independência do amor. O amor só vive por si e se alimenta em si mesmo. Não há outro caminho para Mim que não seja o amor, e ele habita em Mim, por vós, por todos vós de forma plena, clara, verdadeira, serena, universal, eterna e livre. O Meu amor é genuíno, é a força suprema.

Em vós, este amor terá de existir e engrandecer na plenitude das suas características e no vosso livre-arbítrio. Ele tem de surgir sem amarras, sem dúvidas, na caridade pelo outro, no amor a Mim.

Muito em vós é percurso feito, mas pecais pela curta memória na fé. Já experimentastes o Meu poder, a Minha presença, e nem sempre vindes a Mim.

A sabedoria é uma recarga da verdade, e na verdade atingis cada vez mais a sabedoria.

Se fosseis sábios, procuraríeis a Verdade sempre. A Verdade sou Eu, Meus filhos.

A religião, seja ela qual for, e as marcas do percurso feito que ela deixa em vós vos cega muitas vezes.

Na verdade, tudo tem uma explicação na mente do homem e tudo tem uma explicação à luz de Deus, o Pai.

O Pai, que sou Eu, vos digo: não olheis aos artefactos, não os julgueis, não os critiqueis, pois para Mim o valor está no caminho, no processo feito para chegar a Mim. Não Me interessa que artefactos do mundo tendes, pois só vejo o vosso coração, a vossa verdade, a vossa fé, o vosso amor a Mim.

Muitas vezes, na ingenuidade da fé, o maior pagão está perto de Mim. Pode ser um palhaço, mas um palhaço bom, que sangra no coração ao ver dor no seu irmão. Isso é ouro no Meu coração.

Existem momentos marcantes. Existem trajectos marcantes. Existem histórias marcantes, mas nada é eterno a não ser o Meu amor. Esse, sim, marca a vossa chegada a Mim.

Há muita coisa que vos poderia explicar e falar se Mo permitísseis e Eu falo-vos de várias maneiras.

O vosso desejo de Me servir é supremo e de elevado valor para Mim, mas o vosso serviço não atinge um terço da Minha exigência.

A vossa dedicação é muito dispersa, pois dependeis uns dos outros e não do vosso amor a Mim.

Conheço os vossos corações, os vossos anseios, as vossas vontades e vosso amor a Mim; em Mim estais protegidos e na caridade fortalecidos.

Muito vos poderia dizer, ultrapassando formas e feitos, espaço e tempo que já entenderias muita coisa. O vosso espírito já se eleva ao imaterial do conhecimento.

(…) Continuai caminhando que Eu irei ao vosso encontro.

Em tudo o mais, estou sempre presente.

Em comunhão. Amém.

EXCERTOS D’O GRANDE EVANGELHO DE JOÃO A DOUTRINA DE MOISÉS E A DOUTRINA DO SENHOR

(O Senhor): «Não basta somente saber e crer o que seja bom, justo e verdadeiro pela ordem divina e de todos os Céus; preciso é que se aja por amor e pela alegria do coração que o Reino de Deus e a sua justiça regerão entre vós, tornando-vos verdadeiros filhos do Pai Celeste.

Acaso alguém tiraria proveito da inteligência e compreensão, persistindo em seu ponto de vista errado? Não seria tolo aquele a quem se desse um palácio onde deveria desfrutar com a sua família, o máximo conforto e que, embora se alegrasse com o estilo agradável e rico, vivesse reclamando constantemente as grandes inconveniências que se lhe deparam, preferindo continuar na sua velha, pequena e suja morada?

Se este homem não é tolo, não haverá tolo no mundo. Muito mais ignorante é quem possui a Minha doutrina e a reconhece como eternamente verdadeira, todavia continua agindo como boi a puxar a sua velha carroça.

Digo-vos a todos: Bem suave é o jugo que deposito em vós e mui leve o peso que tendes de carregar. O seu porte requer apenas um pequeno esforço e quem não o carregar será culpado das amarguras e misérias. Tratai-vos com justo amor que descansareis em travesseiros macios e suaves. Se preferis pedras sob as vossas cabeças, ser-vos-ão dadas; ninguém, no entanto, deve queixar-se na manhã da vida, estar a sua cabeça ferida e magoada.

Se tens dois servos, um honesto, outro desonesto, não serás sumamente tolo dispensando o primeiro por tê-lo admitido há pouco, enquanto o falso sempre te traiu? Por isso, desfazei-vos de todos os antigos preconceitos, pois não se aplicam à doutrina pura do Céu; não somente deixa de ser um remendo para uma roupa velha e rasgada, mas sim, é uma veste nova e completa à qual a antiga tem de ceder lugar.

Em “roupa velha” não compreendo Moisés e os profetas – ouro puríssimo provindo do Céu – mas as vossas instituições mundanas e as leis do Templo, de nenhuma utilidade. Pois a tentativa de se coser um remendo novo no grande rombo da roupa velha não surtiria efeito, porquanto o tecido demasiadamente frágil não suportaria sequer um ponto.

Moisés deu, para aquela época, uma constituição para todas as necessidades caseiras e misérias humanas do povo israelita. Todavia, foi ela deturpada; além disso, não serve para a Minha doutrina, mesmo em seu sentido inalterado. Não é possível pensar em colheita, quando o solo está sendo arado; uma vez que o trigo esteja maduro, contratam-se ceifadores que não necessitam de arado. Quer dizer: Moisés preparou o solo, os profetas semearam e agora chegou a época da colheita, onde não mais se necessita do profeta com arado em suas mãos. Se bem que vimos recolher nos celeiros o que for maduro, o instrumento de Moisés vos será entregue para afrouxardes novamente a terra, tornando-a acessível para as sementes puras do Céu. Além disso, serão convocados os guardas destinados a impedir que venha o inimigo e semeie o joio entre o trigo nobre.»

O JOIO ENTRE O TRIGO

(O Senhor): «Muito embora a terra seja cultivada, e a semente pura lançada nos sulcos; estando os guardas vigiando o campo, deparo desde já uma quantidade de joio entre o trigo. Como foi isto possível?

Vede a negligência dos guardas; adormeceram à noite, pois pensaram: Quem se atreverá a invadir o campo tão bem vigiado? E enquanto dormiam, aproximou-se o inimigo sorrateiramente e logo lançou a sua semente má sobre o campo.

Quando, de manhã, os vigias perceberam o joio entre o trigo, correram para transmitir ao dono: Senhor, lançámos a semente pura no solo limpo e vigiámos o campo maravilhoso; de que adiantou? O inimigo veio traiçoeiramente e espalhou uma quantidade de joio entre o trigo. Está germinando em profusão. Devemos arrancá-lo?

Qual será a resposta do dono? Ei-la: Como não vigiastes durante a noite – época da experiência na vida de todas as criaturas – o príncipe das trevas facilmente pôde espalhar o seu joio entre o trigo. Deixai que ambos cresçam até à colheita, quando diremos aos ceifeiros: Juntai primeiro o trigo e guardai-o nos meus celeiros; em seguida colhei o joio em molhos, fazei fogo e queimai-o para que as suas sementes não caiam de novo à terra, prejudicando-a. Ansiosos pela compreensão deste quadro, indagais em vosso íntimo: Mas como?

Afirmo-vos ser fácil a compreensão do Evangelho. O solo é semelhante aos corações das criaturas desta Terra; o trigo puríssimo a Minha doutrina; o arador e semeador sou Eu mesmo e vós Comigo. Os guardas convocados também sois vós e aqueles que, futuramente, fordes determinar em Meu nome. Eu sou o Senhor e os celeiros são os Meus céus. Satanás é o inimigo com o seu joio, que são representados pelo mundo mau com todas as suas paixões perversas e mortíferas. Os ceifadores recém-convocados são os mensageiros que em tempo despertarei nos Céus, enviando-os para recolherem o trigo e queimarem o joio, evitando que venha a deturpar o campo e o trigo. Tereis compreendido isto?

Respondeis: Sim, Senhor; mas poderias facilmente impedir, com a Tua omnipotência e omnisciência, a aproximação do inimigo mesmo se formos vencidos pelo sono durante a noite da nossa vida de provação.

Explico-vos: A Minha omnipotência não pode e não deve agir onde se trata do desenvolvimento livre dos Meus filhos. A Minha atitude para convosco é tão tolhida, como a vossa para com os outros. Dou-vos o campo, o arado, o trigo e convosco os ceifadores; o trabalho depende de vós. Se durante a tarefa vos faltarem as forças necessárias, sabereis que vos aparelharei sempre que Me pedirem auxílio em vossos corações, animando-vos a prosseguir com novas forças. Porém, Eu não posso e não devo trabalhar por vós. Se assim fizesse, a liberdade e a independência da vossa vida não teria proveito; seríeis apenas máquinas; e nunca livres criaturas, com pensamentos e acções independentes. Por esta explanação compreendereis ser o recíproco servir, condição primordial de toda a vida. Assimilai-o bem.

Diz Cirénius: Senhor, Tu és eternamente verdadeiro. As Tuas palavras são claras, verdadeiras e têm vida. Somente agora começo a viver, pois tenho a impressão de haver despertado de um sono profundo. Só Deus pode exprimir-Se como Tu, porquanto pessoa alguma pode saber o que nela se passa, o que a anima e de que forma deve cultivar a sua vida. Nós, Senhor, estamos bem aparelhados por Ti; os nossos descendentes terão, não obstante todo o zelo, de lutar com toda a sorte de joio, entre o trigo do Teu campo. Quanto a mim, o inferno não encontrará facilidade em semear a sua influência no solo. Desejava, todavia, saber de que forma ele consegue realizar a sua semeadura.»

(O Grande Evangelho de João – IV – 100,101)


DÁDIVAS DO CÉU

BAILES E LOCAIS DE DIVERSÃO

«Isto Eu te digo, meu querido e preguiçoso servo, para que entendas o mal-estar que te ataca quando ouves falar dos antigos e novos locais de danças e diversão.